Mostrando postagens com marcador Trechos de Livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Trechos de Livros. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de outubro de 2011

Trecho do livro Sangue de tinta, Coração de tinta e alguns comentários que eu fiz no final do post

"Os amigos antigos, porém, os amigos que Meggie já tivera antes de se mudar para casa de Elinor, continuavam a morar no baú e , quando ela abria a pesada tampa, era como se vozes quase esquecidas viessem ao seu encontro, como se rostos familiares olhassem para ela. Como estavam desgastados, lidos e relidos... “Não é estranho como um livro fica mais grosso depois de ser lido varias vezes?”, perguntara Mo quando, no último aniversário de Meggie, mais uma vez haviam visto juntos todos os seus velhos conhecidos. “como se a cada vez ficasse algo grudado entre suas páginas. Sensações, pensamentos, ruídos, cheiros... E então quando folheia novamente o livro depois de muitos anos, você descobre a si mesmo ali, um pouco mais novo, um pouco diferente, como se o livro tivesse grudado você, como uma flor prensada, estranha e familiar ao mesmo tempo”. Um pouco mais novo, sim. Meggie pegou um dos livros que estavam por cima e começou a folheá-lo. Ela o lera pelo menos uma dúzia de vezes. Ali estava a cena que ela mais gostava quando ela tinha oito anos, e aquela outra ela havia sublinhado quando tinha dez, com um lápis vermelho, pois achara muito linda. Ela passou o dedo sobre as linhas tortas – naquela época não havia Resa, Elinor, Darius, apenas Mo... Não havia saudades de fadas azuis, Lembranças de um rosto marcado por cicatrizes, uma marta com chifres e um garoto que andava o tempo todo descalço, nem Basta e sua navalha. Uma outra Meggie lera o livro, uma Meggie tão diferente...E ela ficaria entre as suas páginas, guardada com um suvenir.
Com um suspiro, Meggie fechou o livro novamente e o pôs de volta com os outros."

Cornelia Funke, Sangue de tinta

Hoje, fiquei a madrugada lendo as sessenta páginas que faltavam do livro Sangue de tinta, acabei de ler. Gostei muito da história!
E...Dedo Empoeirado? Conseguirá voltar? Tenho quase a certeza que sim! Espero encontrar ele no livro Morte de tinta, pois, é um dos meus personagens favoritos!
Provavelmente, vou ler Morte de tinta ("último" volume da série) só no final de dezembro ou em janeiro (férias). Coloquei a palavra último entre aspas, porque, li no site da Cornelia Funke, que: talvez algum outro dia ela escreva uma continuação para Morte de tinta (tomara que sim).
"Alguns livros devem ser degustados,
Outros são devorados,
Apenas poucos são mastigados
E digeridos totalmente
”.

 Cornelia Funke, Coração de tinta

Os Livros da Trilogia mundo de tinta devem ser mastigados, bem devagar, para aproveitar cada palavra que eles oferecem, e assim, poder imaginar aquele mundo, que é cheio de fantasias (fadas, ninfas, árvores que sussurram, homenzinhos de vidro e etc.).

Recomendo a Leitura!
Leia com calma e aproveite. 

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Trecho do livro Sangue de tinta

" — O poema que o senhor trouxe ontem — disse Balbulus com voz entediada enquanto se debruçava novamente sobre o seu trabalho — era bom. O senhor deveria escrever mais vezes coisas desse tipo, mas sei que prefere criar histórias para crianças ou canções para o Povo Colorido. Por quê? Para que o vento cante as suas palavras? Palavras falada não vivem muito mais do que um inseto! Apenas a palavra escrita vive para sempre.

— Para sempre? — Fenóglio pronunciou essa palavra com se não huvesse nada mais ridículo no mundo. — Nada dura para sempre. E nada melhor pode acontecer às palavras do que serem cantadas por um saltimbanco! Sim, é verdade, elas se alteram quando isso acontece, a cada vez são cantadas de uma maneira diferente, mas isso não é maravilhoso? Uma história que sempre está com roupa nova quando se volta a ouvi-la, existe algo melhor? Uma história que cresce e dá flores como algo vivo! Veja, por outro lado, as que estão impressas nos livros... Bem, talvez vivam mais, porém apenas respiram quando alguém abre o livro. Elas são som prensado entre as folhas de papel, e somente uma voz as desperta novamente para a vida! Então soltam faíscas, Balbulus! Elas se tornam livres como pássaros e saem voando pelo mundo. Sim. Talvez você tenha razão, o papel as torna imortais."

(Sangue de tinta – Cornellia Funke – editora Cia. Das Letras.)

domingo, 26 de junho de 2011

Trecho tirado do livro Eragon.

"Como? Garrow partiu para sempre! E, com o tempo, terei o mesmo destino. Amor, Família, Realizações – tudo isso é tirado de nós, e ficamos sem nada. Que valor tem as coisas que fazemos?

O valor está no ato. O seu valor acaba quando você se rende ao desejo de mudar, de viver a vida. As opções estão à sua frente, escolha uma e dedique-se a ela. As ações darão a você uma nova esperança e um novo propósito.
Mas o que posso fazer?
A única orientação verdadeira está dentro do seu coração. Nada menos do que o seu desejo supremo pode ajudá-lo."
(Livro: Eragon/autor: Christopher Paolini)  
Gostei do trecho, então estou compartilhando com vocês!
Ainda não acabei de ler o livro.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Dedo Empoeirado - Trecho do livro Sangue de tinta


Dedo Empoeirado:
“Ele esperava outra coisa? Esperava que a infelicidade tivesse fugido dali enquanto ele estivera fora? Não. Voltar era tudo o que ele esperara durante dez anos, não para o paraíso, apenas para casa. O peixe não queria sempre voltar para água mesmo sabendo que as parcas o esperavam ali?”
(Sangue de tinta – Cornellia Funke – editora Cia. Das Letras.)
 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...